Um guia de férias para explicar a criptografia aos seus parentes

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“Eu não entendi. Ainda não entendi.”
-Tom Hanks, Grande

Ontem à noite, em um jantar de feriado, pediram-me para explicar a criptografia para alguém que é tão novo no objecto que nunca tinha ouvido falar do Ethereum.

Eu fiz um trabalho terrível.

Desde tentativas de explicações sobre prova de aposta, até contratos inteligentes, DeFi, DePIN e depois voltando ao que é um blockchain, tenho certeza de que deixei meu público muito mais confuso do que os encontrei.

Foi um lembrete de que a melhor pessoa com quem aprender geralmente está somente um passo à sua frente no objecto, e não 10 ou 100 – ou alguém que pensa sobre um objecto duas vezes por ano, não todos os dias.

Por exemplo, o técnico em tecnologia Ben Thompson, que menciona criptografia em seu Estratégia boletim informativo tapume de duas vezes por ano explica por que isso é importante melhor do que qualquer técnico em criptografia que pensa nisso diariamente.

Thompson começa do início: “Blockchains são a teoria de que grupos díspares podem chegar a um consenso sem qualquer tipo de poder centralizada”.

Essa descentralização confere à criptografia “todas as qualidades” dos bens digitais – infinitamente duplicáveis, universalmente acessíveis, facilmente distribuídos – e ainda assim, “tem escassez”.

Thompson acha que isso é conceitualmente interessante porque resolve um problema que ele encontra porquê redator de boletins informativos digitais: “Os bens digitais são fundamentalmente difíceis de monetizar porque são infinitamente duplicáveis”.

Na prática, porém, ele reconhece que a criptografia é mais interessante porquê forma de enviar moeda peer-to-peer – e é por isso que o argumento que ele defende para a criptografia é principalmente sobre stablecoins.

As stablecoins, diz ele, representam “todos os tipos de coisas da Internet” que ele considera interessantes – um livro-razão universal, escassez, transações rápidas – e nenhuma das coisas “desvantagens”: “a pura especulação sobre uma moeda subindo, as grandes oscilações de valor”.

Net-net, “o que você acaba tendo (com stablecoins) é basicamente essa moeda que funciona porquê a internet”.

Essa é a definição que eu precisava no jantar ontem à noite: Crypto é uma moeda que funciona porquê a internet.

Thompson também explica por que isso é útil para o tipo de negócio de fintech sobre o qual ele escreve frequentemente: “Se você deseja produzir qualquer tipo de entidade financeira, não precisa edificar o back-end para monitorar as finanças de todos… você pode simplesmente construí-lo diretamente no topo do blockchain”.

Isto permite que as fintechs “transfiram” todas as partes difíceis das finanças para uma blockchain: reter moeda, reconciliar contas, manter um registo de transações e – talvez o mais importante – estabelecer crédito.

“Você consegue tudo isso de perdão com blockchains.”

Meu vizinho no jantar – um corretor de imóveis – certamente teria percebido o apelo disso.

O explicador de Thompson, oferecido em 2024, parece ainda mais relevante no final de 2025: os preços dos tokens caíram muito, mas as empresas financeiras tradicionais – porquê Stripe, BlackRock e Visa – estão cada vez mais entusiasmadas com a transferência de partes de seus negócios para blockchains.

O podcast de Thompson ajudará você a explicar o porquê.

Uma postagem do Medium de 2013 oferece a introdução mais alcançável que já vi sobre o que é Bitcoin e por que ele é importante – e sua melhor chance de explicá-lo para iniciantes durante as férias.

O responsável começa em um banco de parque, usando uma simples troca de maçã para ilustrar o propósito mediano dos blockchains: fazer do dedo as maçãs se comportam porquê as físicas.

Esses blockchains, diz ele, “vivem nos computadores de todos (onde) todas as transações que já aconteceram, em todos os tempos, em maçãs digitais serão registradas nele”.

Porquê resultado, enviar uma dessas maçãs é “tão bom quanto ver uma maçã física transpor da minha mão e tombar no seu bolso”.

É também tão sem permissão quanto a troca de maçãs reais: “Assim porquê no banco do parque, a troca envolveu somente duas pessoas. Você e eu – não precisávamos do tio Tommy lá para torná-la válida.”

Tio Tommy é um substituto dos bancos, é simples.

Esta feição proporciona uma explicação hábil da prova de trabalho: “Você também pode participar desta rede e atualizar o livro-razão e certificar-se de que tudo está correto. Pelo problema, você pode receber tapume de 25 maçãs digitais porquê recompensa.”

Também explica a teoria de escassez: “Na verdade, essa é a única forma de produzir mais maçãs digitais no sistema”.

Com tudo isso estabelecido, o Bitcoin se torna muito mais compreensível: “Esse sistema que expliquei existe. É chamado de Protocolo Bitcoin. E essas maçãs digitais são as ‘Bitcoins’ dentro do sistema.”

Isso torna o moeda criptográfico quase infinitamente divisível e enviável quase instantaneamente. Para qualquer lugar, sem premência de permissão.

Mas isso não é tudo o que as blockchains podem fazer: “Posso até fazer outras coisas digitais caminhar de no topo dessas maçãs digitais! Por fim, é do dedo. Talvez eu possa apensar qualquer texto – uma nota do dedo. Ou talvez eu possa apensar coisas mais importantes; porquê, digamos, um contrato, ou um certificado de ações, ou uma carteira de identidade…”

Talvez de forma decepcionante, a criptografia só agora – 12 anos depois – começa a colocar certificados de ações e cartões de identificação em blockchains.

Mas agora que finalmente está acontecendo, você deve estar pronto para explicar porquê e por que isso acontece.

No filme clássico GrandeJosh (Tom Hanks) é promovido de ingresso de dados a vice-presidente de desenvolvimento de produtos somente duas semanas depois o início do função – tudo porque o CEO está cativado por sua assombro infantil pelos brinquedos que eles fabricam.

Josh salta direto para o topo porque tem a vantagem injusta de ser uma muchacho presa no corpo de um varão – isso lhe dá uma visão dos brinquedos da empresa que nenhum técnico em brinquedos consegue igualar.

Numa reunião de produtos de elevado risco com adultos, ele responde a uma proposta para um prédio de brinquedo que se transforma num robô porquê qualquer muchacho faria: “Não percebo”.

Depois que os dados de marketing lhe são explicados, ele dá de ombros: “Ainda não entendi”.

Sua risca infantil de questionamento e raciocínio leva logo a uma proposta muito melhor: um robô que se transforma em um inseto pré-histórico.

O método de Josh não é novo.

O noção Zen de shoshinadotar uma atitude de orifício, excitação e falta de preconceitos na aprendizagem — remonta ao século XIII.

“Na mente do iniciante existem muitas possibilidades”, escreveu um rabino Zen. “Na cabeça do técnico são poucos.”

Esta ainda pode ser a melhor maneira de aprender um tópico tão multíplice e muitas vezes desconcertante porquê a criptografia: aborde-o com a mente ocasião de um iniciante.

Felizmente, você não precisa passar décadas se tornando um rabino Zen para praticar shoshin (ou ser um garoto de 12 anos) – você só precisa encanar Tom Hanks.

Na próxima vez que alguém lhe explicar um noção multíplice de criptografia (porquê desalavancagem automática ou resistência quântica, para reportar exemplos recentes), não pense que você precisa entender imediatamente.

Em vez disso, diga: “Não entendi”.
Portanto, depois uma segunda explicação: “Ainda não entendi”.

Na terceira ou quarta resposta, você provavelmente entenderá – talvez até muito o suficiente para me explicar.


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Vitor Vieira Belarmino

Sou criador de conteúdo, atleta de futebol freestyle e comunicador digital apaixonado por inspirar pessoas através do esporte e da arte.

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